Realizada Sessão Solene para entrega do Prêmio Mulher-cidadã
Na sexta-feira, dia 13 de março de 2026, foi realizada no plenário da Câmara Municipal uma Sessão Solene para entrega do Prêmio Mulher Cidadã. 🌸✨
O momento foi marcado por reconhecimento, gratidão e valorização de mulheres que, com dedicação, força e compromisso, contribuem de forma significativa para o desenvolvimento da nossa comunidade.
Mais do que uma homenagem, a cerimônia reforça a importância do papel feminino na construção de uma sociedade mais justa, humana e participativa.
Parabéns a todas as mulheres homenageadas, verdadeiros exemplos de determinação e inspiração! 👏💐
Mulheres Homenageadas
Catarina Francisca Vilas Boas nasceu em 18 de agosto de 1931, no bairro Mato Dentro, em Natércia, onde foi criada. Filha de Pedro Marciano dos Santos e Benedita Sebastiana de Jesus, cresceu em uma família numerosa, ao lado de seus 15 irmãos.
Há aproximadamente 50 anos, mudou-se para Pedralva juntamente com seu marido, Luiz Felipe Vilas Boas, e seus cinco filhos: Ana, Roneide, José Paulo, Eduardo e Elias. Já em Pedralva, nasceram mais dois filhos: Luiz Paulo e Messias.
Atualmente, reside em Pedralva, na Rua Pedro Monti, cercada pelo carinho de sua família: seus sete filhos, noras, genros, 20 netos e 17 bisnetos.
Durante um período, viveu em uma fazenda, onde trabalhou na roça. Posteriormente, mudou-se para a cidade, passando a trabalhar como empregada doméstica para contribuir com o sustento da família. Com o esforço de seu trabalho e também com o trabalho de seu marido na prefeitura, conseguiram adquirir o terreno onde hoje se encontram sua casa e as casas de seus filhos.
Logo que chegou a Pedralva, começou a colaborar com a tradicional Festa de São Sebastião. No início, não sabia preparar os alimentos, mas, com a ajuda da Quinha, aprendeu a fazer as tradicionais pizzas e pastéis da festa — atividade que nunca mais deixou de exercer. Sempre muito elogiada por seu trabalho, jamais recebeu reclamações, tendo atuado também em zonas rurais e em cidades da região.
Por sua dedicação e esforço, recebeu o título de Cidadã Honorária de Pedralva no dia 7 de maio de 2010.
Catarina tem como lema colocar sempre Deus em primeiro lugar e, com sua providência e oração, seguir trabalhando e realizando tudo com dedicação e esmero.
Maria Célia de Vilas Boas nasceu em 1º de junho de 1951, no município de Conceição das Pedras. Ainda muito pequena, com apenas um ano de vida, mudou-se com a família para o bairro Pitangueiras, lugar que se tornou seu lar e o cenário de sua história.
Filha de Maria das Dores Silva e Antônio Pereira da Silva, é viúva de Benedito Vilas Boas, o saudoso poeta conhecido como Dita Isaac.
Maria Célia cresceu cercada de simplicidade e de um profundo amor ao próximo. Tornou-se mãe de quatro filhos — sendo a mais velha adotiva —, avó de seis netos e bisavó de dois, construindo uma família marcada pelo cuidado, pela união e pelo amor.
Mulher de coração generoso, Célia sempre demonstrou grande espírito de caridade. Com amor e dedicação, cuidou de seu sogro até o seu falecimento, aos 88 anos, demonstrando que servir e amar fazem parte de sua essência.
Seu espírito solidário manifestava-se muito antes de sua atuação profissional. Célia acompanhava pacientes a consultas médicas — gestantes, pacientes oncológicos, crianças e todos aqueles que necessitavam de ajuda —, estando sempre disponível para quem precisasse. Realizava curativos sob orientação médica, sempre com muito amor e cuidado.
Também atuou na Pastoral da Saúde, onde permaneceu por quatro anos, levando conforto, atenção e acolhimento a quem mais precisava.
Incentivada pela Graça Bustamante, aos 50 anos de idade realizou o curso de Agente de Saúde. Pouco tempo depois, foi convidada a integrar a primeira equipe de saúde da família, criada no ano de 2021 em Pedralva. Atuou em seu primeiro ano no bairro Pitangueiras e, posteriormente, no bairro Contendas, onde permaneceu por quatro anos, deixando sua marca por onde passou.
Na fazenda do senhor José Wagner, já falecido, era sempre lembrada com grande apreço, pois, segundo ele, após a passagem de Célia pelo local, a qualidade de vida de seus funcionários melhorou em cerca de 80%, não apenas no aspecto da saúde, mas também pelo apoio humano que oferecia: uma palavra amiga, um conselho, acolhimento e até mesmo reflexões sobre a fé.
Célia é uma mulher forte, caridosa e inspiradora. Sua história é constantemente lembrada, e é certo que ela deixou marcas profundas no coração de todos que a conheceram e a conhecem, pois é, sem dúvida, uma mulher extraordinária.
Maria Celina Abreu Gomes nasceu em 1º de abril de 1955, na cidade de Pedralva, filha de Maria Eunice Rezende Abreu e Francisco Caldas de Abreu. Em 12 de janeiro de 1980, casou-se com José Edson Gomes (Edinho), com quem teve os filhos Raíssa Abreu Gomes e Bruno Abreu Gomes. Francisco, de 8 anos, e Gabriel, de 3 anos, são seus dois netos.
Realizou seus primeiros estudos nas escolas de Pedralva. No Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Itajubá, cursou o Ensino Normal. Em 1977, concluiu o curso de Letras na FEPI, também em Itajubá. Posteriormente, habilitou-se em Supervisão Escolar, em Ouro Fino. Em 1997, concluiu o curso de Pós-Graduação em Linguagem e Aprendizagem, em nível de especialização, na cidade de Jaboticabal, no estado de São Paulo.
Iniciou sua carreira como professora em fevereiro de 1975, na Escola Estadual do Bairro Divisa. Em seguida, lecionou na Escola Estadual “Professor Arcádio do Nascimento Moura”, depois na Escola Estadual Coronel Gaspar, na Escola Estadual “Comendador Mário Goulart Santiago” e também na Escola RH.
Na Escola Estadual “Comendador Mário Goulart Santiago” foi onde permaneceu por mais tempo. Tornou-se professora efetiva em 2003, exercendo suas funções em dois cargos. Também atuou como Professora de Ensino do Uso da Biblioteca e, por um breve período, exerceu a função de Supervisora Pedagógica no Colégio de Pedralva. Aposentou-se de seu primeiro cargo no ano de 1998 e, do segundo, no ano de 2006.
Em outubro de 2021, durante a Semana do Professor, foi homenageada pela Câmara Municipal de Pedralva com o Título de Mérito Educacional “Professor José Raimundo de Faria, o Zé Grande”. A indicação para a homenagem partiu de sua ex-aluna, a vereadora Aline de Fátima Silva Guedes.
Atualmente, Celina dedica-se a proporcionar afeto e apoio à sua família e aos amigos. Também colabora com atividades religiosas na Paróquia de São Sebastião de Pedralva e integra a Diretoria do Jornal O Centenário, de Pedralva, onde atua como uma de suas revisoras.
Maria Donizetti Faria Silva, nossa querida Nega, nasceu em 26 de maio de 1979, no bairro Alecrim, zona rural de Pedralva. Sua trajetória é um reflexo fiel de suas raízes: uma história tecida com trabalho árduo, resiliência e uma busca incansável por evolução.
A vida no campo moldou seu caráter desde cedo. Ao lado dos pais, Maria aprendeu, na lida da roça, o valor do esforço. Embora tenha interrompido os estudos na 8ª série, sua sede de conhecimento nunca adormeceu. Já casada, provou que o aprendizado não tem prazo de validade: deslocou-se para Itajubá para concluir sua formação, reafirmando que investir em si mesma era uma prioridade.
Aos 26 anos, Maria deu o passo que a transformaria em uma figura emblemática da cidade ao iniciar seu trabalho na feira livre. O que surgiu como uma fonte de renda tornou-se um patrimônio cultural: o “famoso pastel da Nega”. Mais que um simples lanche, sua barraca transformou-se em um ponto de encontro, símbolo de hospitalidade e de empreendedorismo popular.
Hoje, aos 46 anos, Nega expandiu seus horizontes. Além de pasteleira, é uma produtora rural ativa e peça-chave na economia agrícola local. Integrante de um grupo de mulheres produtoras, ela contribui para o abastecimento de escolas municipais e estaduais com alimentos frescos, garantindo saúde e qualidade para as novas gerações de Pedralva.
Casada com o produtor José Adilson da Silva e mãe orgulhosa de duas filhas, Ana Clara e Ana Kelly, que seguem seu legado na arte da pastelaria, Maria Donizetti é a prova viva de que a origem humilde não limita o destino. Sua vida demonstra que a simplicidade, aliada ao trabalho honesto e à educação, é a ferramenta mais poderosa para transformar a realidade.
Sebastiana de Fátima Silva Reis é filha de Brás Francisco da Silva e Expedita Celestina da Silva. Pertence a uma família de dez irmãos, sendo sete homens e três mulheres.
Por um longo período de sua vida morou no bairro Santo Antônio. Casou-se no ano de 1991 com Francisco Luiz dos Reis. Dessa união nasceram dois filhos: Luiz Augusto Silva dos Reis, que exerce a profissão de enfermeiro, e Luiz Felipe Silva dos Reis, advogado e vereador. É também avó de três netos: Kauan, Gabriel e Pedro Felipe.
A senhora Sebastiana, durante 16 anos, atuou como catequista, preparando jovens para a Primeira Eucaristia e para a Crisma. Também foi catequista no curso de batismo.
No período em que morou no bairro Santo Antônio, sempre se colocou à disposição para ajudar a comunidade, realizando diversos trabalhos voluntários. Em determinado momento, foi professora durante dois anos no programa Movimento Brasileiro de Alfabetização, que tinha como objetivo erradicar o analfabetismo entre jovens e adultos.
Ainda na juventude, a senhora Sebastiana participou de diversos encontros de jovens promovidos pela Igreja, além de integrar a Jucape no período de 1980 a 1985. Também fez parte da Liturgia da Palavra, realizando leituras nas missas dominicais.
No ano de 1998, mudou-se para o perímetro urbano da cidade. Nesse período, durante três anos, trabalhou nas missões, levando a Palavra de Deus até a casa das pessoas.
A senhora Sebastiana, ao lado de seu marido, sempre lutou para oferecer o melhor aos seus filhos. Como ela mesma afirma: “Graças a Deus deu tudo certo. Eu sou muito feliz porque meus filhos só me dão orgulho. Agradeço a Deus por tudo.”
Ao longo da vida, contribuiu de forma voluntária com a comunidade, especialmente ajudando na formação de crianças e jovens por meio da catequese, sempre com muito carinho e compromisso.
Mas, acima de tudo, é uma pessoa que tem na família o seu maior exemplo de amor e dedicação. Alguém que cuida, orienta e está presente, demonstrando que os maiores ensinamentos muitas vezes nascem dentro de casa, no dia a dia, por meio do exemplo, do diálogo, do carinho e da fé.
Sua trajetória demonstra que uma vida baseada em valores, respeito e cuidado com as pessoas deixa marcas positivas por onde passa.
Teresinha Aparecida Rodrigues nasceu em 03 de abril de 1974, no bairro Castelhano, filha de José Geraldo Rodrigues e Maria Aparecida Juliano Rodrigues. Tem três irmãos: Maria das Graças Rodrigues, Francisco Rogério Rodrigues e Pedro Reginaldo Rodrigues. É mãe de Maria Luciana Rodrigues Massafera e avó de José Neto Rodrigues Fernandes.
Desde os 10 anos de idade trabalhou na roça, nas lavouras de café, banana e arroz, o que dificultou a continuidade de seus estudos, embora jamais tenha abandonado o sonho de se tornar professora.
Aos 16 anos, recebeu uma oportunidade de emprego em Itajubá, por intermédio de Antônio Nelson de Abreu (Chinho), o que lhe permitiu retomar os estudos enquanto trabalhava.
Teresinha foi mãe solo e conciliou a maternidade — sua filha Luciana nasceu em 1994 — com diversos empregos, atuando como babá, faxineira, balconista, atendente no Banco do Brasil e Conselheira Tutelar, até ingressar na carreira educacional, tornando-se posteriormente professora e supervisora escolar.
Sua ascensão acadêmica teve início em 2003, culminando com sua formação em Letras em 2006. Ao longo dos anos, acumulou também graduações em Filosofia e Pedagogia, além de diversas pós-graduações nas áreas de Gestão, Supervisão, Orientação e Inspeção Escolar.
Lecionou em escolas estaduais e particulares nos municípios de São José do Alegre e Pedralva.
Destaques na Gestão Educacional
Atuou como supervisora escolar de 2007 a 2022 e como vice-diretora de 2017 a 2022 nas escolas estaduais de Pedralva e São José do Alegre.
Sua trajetória como gestora é marcada pelo pioneirismo, sendo a primeira diretora eleita da Escola Estadual Comendador Mário Goulart Santiago, no ano de 2023, e por uma administração que alia transformação estrutural e pedagógica.
Teresinha assumiu o desafio de reformar e revitalizar completamente o ambiente escolar. Sob sua liderança, foram realizadas a ampliação e construção da cozinha, banheiros e refeitório, além da revitalização da quadra poliesportiva, da biblioteca, do auditório, da sala de recursos e da renovação de todas as salas de aula.
Sob sua gestão, a escola deu um importante salto qualitativo em 2024 com a implementação dos cursos profissionalizantes. Aproveitando a estrutura de Tempo Integral já existente, Teresinha introduziu a vertente técnica, preparando os alunos de forma mais completa para os desafios do mercado de trabalho.
Em 2025, alcançou um feito histórico no colégio ao garantir 100% de participação dos alunos na prova do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica), demonstrando forte liderança, mobilização de alunos e professores e envolvimento das famílias.
Também criou o projeto musical “Canção & Cidadania” e incentivou o programa “Escola Aberta”, oferecendo atividades como taekwondo, capoeira e futsal para a comunidade aos finais de semana. Além disso, apoiou diversos projetos, como o festival de música estudantil, a feira dos cursos técnicos, jogos escolares, caminhadas e outras iniciativas e inovações implantadas na educação e na escola.
Sua atuação é pautada pelo acolhimento a professores, funcionários, pais, alunos e à comunidade, além do trabalho direto com a Superintendência Regional de Ensino e das parcerias com as Secretarias Municipais, sempre com o objetivo de promover a segurança e o bem-estar dos estudantes.
Em 2021, Teresinha foi agraciada pela Câmara Municipal de Pedralva com o prêmio “Professor José Raimundo de Faria – Zé Grande”, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao município no exercício de suas atividades educativas.
A vida pessoal de Teresinha é alicerçada na dedicação plena à sua filha, Maria Luciana Rodrigues Massafera. Hoje, ela colhe a gratidão de ver em Luciana o reflexo de seus próprios valores: um caráter admirável, pautado na honestidade, na coragem e na ética. Para Teresinha, Luciana é a concretização de um sonho; mais que filha, é também amiga e companheira. Ao relembrar as dificuldades do passado, Teresinha compreende que, com a graça de Deus, nada foi em vão. Cada obstáculo serviu como um degrau necessário para alcançar seu propósito.
Esse ciclo de amor se completou com a chegada de seu neto, José Neto Rodrigues Fernandes, filho de Luciana e Hilário, hoje com 1 ano e 6 meses.
A trajetória de Teresinha vai além do sucesso profissional: ela é também um exemplo de vida pessoal. Sua história serve de inspiração para jovens e representa a força das mulheres de nossa comunidade que, com esforço e resiliência, criam seus filhos e acreditam no poder transformador da educação. Teresinha é a prova viva de que, com fé e determinação, os sonhos não têm data; eles existem para se tornarem realidade, independentemente do tempo necessário para serem alcançados.
Em São Gabriel da Palha, no Espírito Santo, no ano de 1965, nasceu Vera da Penha Gonçalves Giovani, primogênita de sete filhos. Como irmã mais velha, zelava pelos mais novos e, desde criança, precisou trabalhar em casas de família para ajudar seus pais no sustento da casa.
Em 1979, mudou-se para Caraguatatuba, no litoral de São Paulo, juntamente com seus pais e irmãos. Em 1982, conheceu José Cláudio Giovani, mineiro da cidade de Cristina, que havia ido trabalhar e morar com seu tio em Caraguatatuba. Namoraram e logo se casaram; hoje já são 44 anos de união.
Ainda jovens e sonhadores, os dois desejavam desbravar o Brasil. Mudaram-se para Rondônia, na divisa com o Amazonas. A decepção com o lugar foi tamanha que, em apenas dois dias, o casal já queria ir embora. Sem destino certo e apenas com uma mala nas mãos, entraram em um ônibus.
No meio do caminho, José Cláudio lhe fez uma proposta: ir morar em Pedralva, no Sul de Minas, cidade que ele conhecia e onde tinha parentes. Ela aceitou, e juntos chegaram a Pedralva em 1984.
Ao se estabelecerem na cidade, surgiu a oportunidade de comprar um pequeno restaurante, localizado onde hoje funciona o supermercado do Helinho. Era um negócio totalmente novo para os dois jovens. Vera, com apenas 19 anos, aceitou o desafio de comandar a cozinha, mesmo sem experiência. Com muita garra e dedicação, aquela mulher descobriu ali o seu maior talento.
O negócio prosperou e o restaurante foi transferido para o local onde funciona atualmente. Anos depois, também abriram um hotel. Hoje já se completam 32 anos em que ela tem o privilégio de servir e recepcionar a população que vive e as pessoas que estão de passagem por nossa Pedralva, além de gerar empregos diretos e indiretos para a cidade.
Foi em Pedralva também que ela criou raízes. Aqui se tornou mãe de Sara e Mara e avó de Bernardo. Aqui fez inúmeros amigos, além de ser muito querida por todos que a conhecem.
Agora, falando de Dona Vera como mulher, gostaríamos de enfatizar que ela não é somente uma cozinheira; assim como tantas mulheres, ela é uma verdadeira guerreira.
Engana-se quem pensa que é fácil gerir um restaurante, pois por trás de um prato delicioso há muito trabalho, esforço e dedicação. Além disso, existe aquele toque especial de chef, aquele tempero secreto que só quem conhece Dona Vera sabe reconhecer. Em tudo o que faz, essa mulher coloca amor e muito carinho, tornando cada gesto e cada prato algo especial.
Em reconhecimento à sua distinta trajetória no município de Pedralva, como mulher de virtudes e méritos, cujo exemplo dignifica e enaltece a mulher pedralvense, hoje temos a honra de lhe entregar o Prêmio Mulher-Cidadã.